Rádio Nacional do Rio de Janeiro é uma emissora de rádio brasileira, atualmente pertencente à rede Rádio Nacional, do sistema Radiobrás da estatal Empresa Brasil de Comunicação.
A emissora foi criada no Rio de Janeiro em 1936 a partir da compra da Rádio Philips, por 50 contos de réis.
A emissora foi a primeira a ter alcance em praticamente todo o território do Brasil. 
Tinha, então, o prefixo PRE-8, com o qual também era identificada pelos ouvintes.
Quando foi criada, em 12 de setembro de 1936, a transmissão teve início às 21 horas, com a voz de Celso Guimarães, que anunciou: “Alô, alô Brasil! Aqui fala a Rádio Nacional do Rio de Janeiro!”. Depois, vieram os acordes de “Luar do Sertão” e uma bênção do Cardeal da cidade.[1]
Tornou-se um marco na história do rádio brasileiro. Até a 1975 operava em 980 kHz e, desde então, opera na faixa de 1130 kHz, com o prefixo ZYJ-460.
Ouça a programação da Rádio Nacional nos anos 30 a 50

História
Inicialmente uma empresa privada pertencente às Organizações Victor Costa, foi estatizada pelo Estado Novo de Getúlio Vargas em 8 de março de 1940 que a transformou na rádio oficial do Governo brasileiro.
Mais interessado no poder e na penetração do rádio como instrumento de propaganda o Estado Novo permitiu que os lucros auferidos com publicidade fossem aplicados na melhoria da estrutura da rádio o que permitiu que a Rádio Nacional mantivesse o melhor elenco de músicos, cantores e radioatores da época, além da constante atualização e melhoria de suas instalações e equipamentos.

Em 1941, a Rádio Nacional apresentou a primeira radionovela do país, “Em busca da Felicidade” e, em 1942, inaugurou a primeira emissora de ondas curtas, fato que deu aos seus programas uma dimensão nacional.

A rádio também contava com programas de humor como: “Balança mais não cai” que contava com Paulo GracindoBrandão FilhoWalter D’Ávila, entre outros, e “PRK-30″ que simulava uma emissora clandestina que “invadia” a freqüência da Rádio Nacional, o programa era escrito, dirigido e apresentado por Lauro Borges e Castro Barbosa, ele parodiava outros programas, inclusive da própria Rádio Nacional, propagandas e até cantores e músicas.

Fonte:http://radionainternetbrasil.blogspot.com.br/2011/02/historia-do-radio-no-brasil-radio.html